O que te leva a estudar inglês?

31 agosto, 2020

Hello guys, eu sempre gostei de estudar sobre culturas diferentes e sempre consumi artigos de culturas diferentes, por exemplo, música internacional de diferentes nacionalidades: irlandesa, norueguesa, italiana, entre outras. Então estudar idiomas sempre funcionou como um hobby para mim. Você estuda por afinidade ou por necessidade? 


Foto: Canva Pro 


Quando eu comecei a estudar inglês, muitas vezes eu me vi imersa num mundo completamente diferente. Tenho uma visão muito clara na memória jogando videogame, na época num servidor americano, tentando decifrar o mundo daquelas palavras, contextualizando e deduzindo o que fazer para compreender as funções do jogo e sem saber falar inglês, eu construí um “banco” de palavras que eu usava para me comunicar com meus amigos.  

 

Foto: Canva Pro 


A minha proximidade com idiomas sempre foi de muito amor. Durante meu processo acadêmico, além de inglês, eu estudei espanhol (1 ano), italiano (9 meses) e agora alemão (desde o final de maio) e, exceto o inglês, apesar de compreender melhor o italiano, não sou fluente em nenhum destes idiomas.  

 

Algumas pessoas me perguntam porque eu comecei a estudar alemão e eu respondo que eu estou apaixonada por esse idioma. Quando eu comecei a estudar, eu via isso como algo de outro mundo, me achava totalmente incapaz de produzir e reproduzir qualquer expressão, mas olha só: quando eu me tornei experiência do meu próprio método, eu tive um avanço tão significativo que hoje eu já consigo organizar um texto pequeno sobre mim, sobre minha cidade, falar de algumas comidas e direções. Existem erros, sim! Mas as palavras não são mais monstros.

 

Semana passada eu estava pesquisando na internet e li um artigo que me chamou muita atenção. Esse artigo trazia uma analogia muito interessante: “aprender um idioma é como se apaixonar.” E, quando você para e pensa, isso faz todo o sentido. 


 Foto: Canva Pro 

Eu fiz um curso de alemão em 2014, estudei dois semestres, tão pouco que nem considero que estudei esse período, pois eu não sabia nem metade do que eu sei hoje, mesmo tendo estudado mais tempo. Contraditório, não é mesmo? Eu digo isso porque eu realmente não era apaixonada pelo idioma – eu queria estudar aquele idioma, fazia as aulas, mas eu não levava aquilo como um “relacionamento sério”, um compromisso.  E hoje que eu estabeleci esse compromisso, eu progredi muito mais rápido.  


Vou contar a vocês o que mudou: Quando eu me vi, apaixonada, ao invés de estudar 30 minutos diários, eu passei a não cronometrar mais o tempo e enquanto flui, eu viajo e aproveito.

  

Eu comecei a inserir o idioma em outras atividades da minha rotina: escolher filmes com o áudio original no idioma, ouvir música alemã, a ler sobre a cultura deles, mas gostando de fazer isso, deixando fluir naturalmente. 

 

Outra coisa que mudou foi que eu passei a conhecer mais esse universo e, além de assistir às aulas, comecei a tentar praticar todas as habilidades diariamente: ouvir os áudios do meu livro, ouvir música, escrever as frases, verbos, textos (mesmo que pequenos), tentar falar com pessoas que eu sei que sabem falar o idioma, post-it na parede, praticar o tempo todo, mas fazer isso por querer fazer e não por ser uma obrigação. 

 

Então a dica de hoje é: Você pode aprender o idioma por ser uma necessidade, mas buscar meios para tornar esse aprendizado mais divertido é muito mais interessante e produtivo. Agora me diz, o que te leva a estudar inglês? 

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